Regulamentação: E agora, será que sai?
novembro 13th, 2011 § 1 Comentário
Alguns bons meses se passaram desde nosso último post no blog. Tantos meses quantos anos da novela da regulamentação do design.
A questão sempre foi polêmica, aprovação de um lado, desaprovação de outro, mesmo entre a própria “classe dos designers”. A verdade é que nunca houve uma união enquanto classe, nada muito menos se comparado a organização que advogados ou engenheiros têm, por exemplo. O que parece é que até mesmo as associações de design Brasil afora estão mais preocupadas com “o seu umbigo” do que com os designers – sejam estudantes, profissionais, professores ou pesquisadores. Se o Ministério da Educação induz a um caminho pela unificação das habilitações, por que as associações não seguem o mesmo caminho?
Mas vamos ao assunto em pauta (de acordo com o título do post). Em Maio de 2011, o deputado Penna (PV/SP), encaminhou o projeto de lei (download da lei) que regulamenta a profissão às Comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público e Constituição e Justiça e de Cidadania. No dia 10 deste mesmo mês a Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público aprovou o projeto de lei (confira o parecer).
Ainda falta um bom caminho para a regulamentação, o próximo é o parecer da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Mas, ao que me consta, é o mais longe que já chegamos. Um agradecimento especial ao professor e coordenador Mauro Martin, do Centro de Design do Centro Universitário Ritter dos Reis, pelas informações para o post.
Saiba mais:
Alô você: ajude a divulgar o FALE Design
março 24th, 2011 § 2 Comentários
Depois de um post que bateu todos os recordes de acesso e comentários aqui no blog, voltamos a algo que é um de nossos objetivos desde que o FALE Design surgiu: divulgar/falar sobre o ensino de design no Brasil. Para que isto seja possível, no entanto, é imprescindível que cada um de nós divulgue. Quando me refiro a nós não me refiro somente a aqueles que hoje são autores no blog ou fazem parte de nosso grupo de emails, me refiro a todos que leem este blog.
Nosso objetivo não é centralizar a informação e divulgá-la somente quando convém, e sim incentivar a discussão e, assim, ajudar a uma mudança positiva no ensino de design em nosso país. Pois bem, hoje venho pedir por uma simples ajuda: ajudar na divulgação de um cartaz.
Desenvolvido por Cesar Gelaskas, um dos autores do blog, ele objetiva o alcance a aqueles que não tem conhecimento sobre o FALE, sejam eles estudantes, professores, pais, avós, tios, vizinhos, ou qualquer interessado sobre #ensino #design #e #afins. Temos um alcance limitado a um nicho hoje mas acreditamos que podemos ir mais longe.
Mande para as suas faculdades, twitter, facebook, orkut (por que não? continua sendo a maior rede social do Brasil) ou imprima uma cópia e coloque naquele mural da sua faculdade. Segue o link para download do arquivo para impressão.
Tem twitter e gostaria de ajudar? Dá um RT na frase aí:
Conheça o @grupofaledesign, um espaço aberto para profissionais, docentes e estudantes! http://goo.gl/CnlEQ http://faledesign.wordpress.com/
Generalista já é realidade em federais
março 18th, 2011 § 8 Comentários
Aquilo pelo qual o FALE Design surgiu (confira em detalhes) virou realidade:
Há algumas semanas atrás veio o aviso do Chefe de Departamento do CCE (UFSC) a uma integrante do centro academico do Design UFSC: design de animação, gráfico e produto, as 3 habilitações em design da universidade virariam generalistas ainda neste semestre.
Segundo o Chefe de Departamento o Ministério da Educação aprovou a diretriz no final de Dezembro/2010, sendo o semestre atual o primeiro para validade da regra. A conversa era conforme o que já era esperado: ou os cursos viravam tecnológicos ou um generalista.
Na instituição não existem cursos tecnológicos, somente licenciaturas e bacharelados. É meio que um “acordo de cavalheiros” entre a UFSC e o IF-SC (Intituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina), este último que atua com cursos técnicos e superiores de tecnologia também.
Pelo currículo recém criado, haverá uma formação básica nas duas primeiras fases (semestres), sendo, em seguida orientados pelos professores caso queiram se especializar em alguma área.
Na prática, em um curso bacharel generalista, o que vai determinar a qualidade de cada um será a prática e(ou) a representação disto no seu portfólio.
Sem me posicionar sobre a relevância da nova realidade (?) no cenário brasileiro de ensino de design, eu fico com aquela pulga atrás na orelha em por que eu não encontrei nenhum documento na internet que comprovasse essa tal aprovação de diretriz do Ministério da Cultura? Se alguém tiver este documento, por favor, passem o link, é do interesse de todos nós!
Mas seria o fim do grupo e do blog? Não, creio eu que não, desconsiderando qualquer outra possibilidade, esta mudança deve estar só começando.
Post colaborativo por: Luciano Annes Nunes e Daniele Diniz Warken
De lá pra cá…
fevereiro 27th, 2011 § 1 Comentário
Dias atrás o Lucas Queiroz (também autor aqui no FALE) mandou um email ao nosso grupo de email com a seguinte imagem sob título “descontraindo”:
Além do tom engraçadinho da tira não há como desconsiderar o seu ponto de “verdade”. Vamos fazer uma análise da tira. No primeiro quadro, em 1960, os pais cobram do filho em relação a baixa nota tirada na escola. Castigo, palmadas na bunda, enfim… o filho perdia o direito a algo por ter tirado uma nota baixa. Aquela velha história da educação por compensação. No segundo quadro por outro lado, os pais juntos ao coitadinho do filho vão reclamar com a diretora em relação a baixa nota recebida. Claro, o lindinho não tem culpa e o método de ensino da escola é ultrapassadíssimo. Pode acontecer? Pode sim, mas me parece que este tipo de julgamento é, normalmente, “precipitado”.
Eu não concordo que agressão seja uma opção a se considerar aos pequenos, mas muitas vezes dou razão a expressão “foi falta de palmada”! Palmadas neste caso seria uma forma de chamar atenção do filho quando ele não estivesse certo ou mesmo tirasse uma nota baixa. A questão é achar o erro para chegar a solução.
Parece que as pessoas se esqueceram disso hoje em dia. O mais importante é chegar soluções para, então, poder evoluir. O erro pode estar em muitas situações que, no caso, vão desde problemas de concentração ou decifit de atenção até mesmo a uma assincronia comunicativa entre professor e aluno. Mas né… é tão mais fácil reclamar!
Estágio x Mercado – Quais são os Resultados?
fevereiro 16th, 2011 § 2 Comentários
O estagiário é uma peça fundamental no “ramo do design”. É ele quem está dentro de dois campos centrais: o mercado e o ensino. Mas até onde essa relação paralela entre estudo e “trabalho” é saudável para estes jovens profissionais? Por vezes a teoria aprendida na faculdade não fica tão clara quanto na prática e, por falta da segunda, acaba gerando certos conflitos de idéias e ideais.
E como o estagiário deveria agir?
Mercado
Segundo a lei do estagiário, o estágio não caracteriza um tipo de emprego, ele “faz parte do projeto pedagógico do curso”. Sabe-se, por outro lado, que na maioria das vezes as coisas não funcionam assim mas o mercado exige o que acha necessário TO GET THE THINGS DONE! As empresas exigem (em sua maioria) que os estagiários tenham facilidade para trabalhar em grupos, conhecimento de softwares, pró-atividade. Até aí tudo bem, é uma questão simples de oferta x procura.
Faculdade
Para que seja válida a formação de um designer, a faculdade coloca uma grade onde se pode encontrar os seguintes temas abordados, como: “Desenho; Computação Gráfica; História da Arte e do Design; Teorias do Design; Métodos e Técnicas de Projetos; Meios de Representação, Comunicação e Informação; Ergonomia; Materiais e Processos de Fabricação; Gestão; Comunicação Visual; Semiótica; Psicologia; Fotografia; Ilustração; Interfaces; Tecnologias da Informação e Comunicação; Ética e Meio Ambiente; Relações Ciência, Tecnologia e Sociedade (CTS)”; entre tantos outros, dependendo da grade de cada curso (que aliás mereceria vários tópicos aqui aqui no FALE). Na maioria dos casos cada uma dessas cadeiras avaliarão o conhecimento dos alunos por meio de testes, vulgo provas, que buscam quantificar a qualificação dos estudantes. Este tipo de avaliação tem foco basicamente em P&D, com pouca ênfase em finalização de trabalho ou projeto.
Legal, a teoria faz sentido: o que a faculdade não ensina o estágio sim! Mas e na prática, é isso mesmo Arnaldo?
Mercado X Ensino
E eis que Arnaldo responde rispidamente: “AHAM! SENTA LÁ CLAUDIA”.
Acontece que muitos no mercado não são e nem pretendem ser designers (já ouviram falar nos micreiros , eles ocupam, sim, boa parcela do “mercado de estágios em designer”), e fora isso, todo mundo gosta de dar pitaco sobre o design das coisas; é a coisa mais comum do mundo. Mas e aí? Onde fica a aplicação da teoria se na maior parte dos estágios os estagiários não recebem o suporte necessário?
E isso não é tudo, este “ensino prático” falho faz com que teorias aprendidas na universidade sejam confundidas no mercado. Erro de quem? Universidade? Mercado? Dos dois? De todo processo provavelmente.
Mas será que é melhor assim? Tem muito curso Brasil afora focadas na formação de um profissional “pronto” para o mercado. E esses profissionais tem competência técnica quando saem dos seus cursos? A gente já mostrou aqui, que tem estatal no país dizendo que não! De que forma o perfil dos estudantes, orientados ou não pelo perfil dos cursos atuais, está influenciando a mudança do mercado? Ou será que a mudança é meramente quantitativa e de má qualidade?
Não vou encerrar meu post com respostas, acredito que o importante aqui seja a reflexão desta situação no ensino do Design (pra não falar em todo ensino no Brasil…).
2º Congreso Latinoamericano de Enseñanza del Diseño
fevereiro 1st, 2011 § 1 Comentário
Este está dedicado a nuestros maestros!
Entre 25 e 27 de Julho de 2011 acontecerá a segunda edição do Congreso Latinoamericano de Enseñanza del Diseño na cidade de Buenos Aires, Argentina. O Congresso, que tem um caráter acadêmico e gratuito, é organizado pela Facultad de Diseño y Comunicación da Universidad de Palermo, e integra a agenda do Encuentro Latinoamericano “Diseño en Palermo”, aquele mesmo que já foi postado aqui no blog.
O Congresso, dedicado a professores, autoridades acadêmicas e pesquisadores atuantes na area del Diseño, é convocado pelo Foro de Escuelas de Diseño, a única rede formal e de intercâmbio acadêmico que reune mais de 230 instituições entre América-Europa. Este Foro tem como objetivo central contribuir para a união, desenvolvimento e fortalecimento profissional das instituições acadêmicas de ensino aderentes, através da experiência de partilhar, refletir, informar, produzir e comunicar as propostas e projetos, para ampliar as perspectivas e os fundamentos do designcomo uma profissão e disciplina.
POXA! Confesso que até eu fiquei interessado em participar, não parece que toda a América Latina está tão a frente culturalmente e que isso se reflete diretamente no nosso ensino do que o Brasil? Ou seria o contrário (o ensino é melhor e isso reflete na cultura do povo)? Acho que vale refletir sobre isso!
Seria muito importante se nossos professores e coordenadores participassem deste evento, não acham? Apresentem o evento a eles, mandem este post para eles por email, twitter, facebook, carta, telegrama, enfim, o que não pode é ficar de fora dessa.
A inscrição em todas atividades é gratuita e só pode ser realizada pela internet até 24 de Junho. Lembrando que somente docentes, autoridades acadêmicas e pesquisadores atuantes na area de Design podem se inscrever. Se este é o seu caso, faça a inscrição agora mesmo! Os interessados podem enviar propostas de atividades (papers, posters e afins), também.
Segue um video sobre o Encuentro Latinoamericano del Diseño do ano passado:
CONE Verão 2011
janeiro 21st, 2011 § 1 Comentário
Essa semana está rolando, e quase pra terminar, o Cone Design, edição de Verão 2011! Durante a semana de 16 a 23 de Janeiro, estão acontecendo reuniões, debates, palestras e mostra de videos sobre Design na ESDI, no Rio de Janeiro.
Criado em 1996, o Conselho Nacional dos Estudantes de Design – CONE Design – era uma associação que buscava representar todos os estudantes de design do país. Hoje, o CONE Design tem por objetivo reunir, mobilizar e representar os estudantes regularmente matriculados em cursos superiores de design do Brasil. É um espaço de debate e deliberação onde todos têm direito a voz. A participação é sempre muito bem-vinda e fundamental.
Um dos pontos altos dos últimos dias foi o lançamento da nova plataforma de comunicação do CONE, tão comentada e discutida nas edições anteriores.
E aí, interessou? Veja a transmissão ao vivo das reuniões e participe do CONE através do Chat simultâneo.
Quer saber mais sobre o CONE? A CONDe Carioca, Comissão Organizadora do N Design em 2011, preparou um novo video explicativo sobre o conselho:
Até que ponto os Tecnólogos são reconhecidos pelo mercado?
janeiro 20th, 2011 § 7 Comentários
Esse é meu primeiro post aqui no FALE, e vim para falar de uma notícia que um dos membros trouxe a nosso conhecimento. Um modelo que vem sendo incentivado a alguns anos pelo governos federal e estaduais é o ensino tecnológico. A formação proporcionada por esse tipo de curso é mais rápida do que um bacharelado e mais vantajosa para uma boa fatia do mercado, que necessita de mão de obra específica, mas, em contrapartida, qual é o futuro de cursos tão específicos como alguns ofertados pelas universidades, qual é a capacidade do mercado absorver tantos profissionais desse tipo como os que vem sendo formados hoje?
No gráfico a seguir, retirado de reportagem no portal G1, dá pra ter uma idéia da progressão da quantidade de cursos novos abertos nos últimos anos, da quantidade de formados e de matrículas.

Como na notícia postada no site do G1 em 20/10/2010, algumas empresas estatais, como a Petrobrás, Caixa Econômica, EMTU e Metrô de São Paulo não contratam tecnólogos para alguns de seus cargos, justificando essas decisões dizendo, por exemplo, que os bacharelados têm mais carga horária e abrangem mais conteúdos necessários para o trabalho.
Com essa situação fica a pergunta, ou melhor, as muitas perguntas: será que a necessidade de cursos específicos e focados no mercado é tão grande como o incentivo dado a eles pelo governo e sociedade civil? Hoje o mercado tem a capacidade de absorver a maior parte dos egressos desse tipo de curso, mas e daqui a alguns anos? A durabilidade dos conhecimentos desses cursos não corre o risco de ser excessivamente curta, especialmente nás áreas que envolvem tecnologias em constante atualização, como informática e medicina, por exemplo?
Por outro lado, o formato dos bacharelados supre essas mesmas atualizações tecnológicas e sociais [porque não?] constantes? Eles têm essa flexibilidade para suprir rapidamente essas demandas do mercado? Será que já não é tempo de uma mudança radical na estrutura de formação no ensino superior?
Uma liberdade maior para que os estudantes possam escolher seus próprios caminhos na universidade não traria benefícios maiores do que essa visível inversão de a cada dia limitar mais não só os conhecimentos ofertados, mas também os caminhos que o egresso tomará ao fim de seu curso superior?
Tragédia no Rio – como ajudar?
janeiro 15th, 2011 § Deixe um comentário
Gostaria de escrever hoje sobre design e educação aqui hoje mas sem desmerecer o tema que dá sentido a este fórum e blog, o assunto deste post é muito mais importante.
O post hoje é dedicado as enchentes que estão ocorrendo no Sudeste e na tragédia da Região Serrana do Rio de Janeiro. Cerca de 90% das mais de 550 mortes foram registradas nas cidades de Nova Friburgo e Teresópolis na Região Serrana (and counting), mas Sumidouro, Petrópolis e São José do Vale do Rio Preto também foram fatalmente atingidas pelas enchentes.
As imagens são impressionantes, como vocês podem conferir no video de um salvamento abaixo:
O portal Terra destaca que a midia internacional critica uma falta de planejamento de catástrofes em um país que almeja ser desenvolvido, e aponta que nos últimos seis anos apenas 26% dos recursos disponíveis para o Centro Anti-desastres do Brasil foram utilizados.
Seja lá quem for culpado na história, além de ser difícil apontar nomes precipitadamente o mais importante é focar na ajuda àqueles que ainda correm riscos de vida nas cidades atingidas pela chuva. São milhares de desabrigados precisando de comida, roupas íntimas novas e dinheiro para ajudar na reconstrução das cidades. E o pior é que tem mais chuva vindo por aí. De qualquer forma, a Cruz Vermelha está precisando de voluntários e recebendo doações. Além da ONG internacional, existem diversos postos de recebimento de doações no estado do Rio de Janeiro como a rede Extra.
O que nós podemos fazer para ajudar? Acredito que as movimentações no grupo de emails do CONE Design, direcionando uma possível ação conjunta durante a próxima semana possa ser uma boa saída. Seja um video, um cartaz, um site, um concurso que reverteria os lucros às cidades atingidas pelas chuvas. Enfim, as possibilidades são muitas, o importante é agir, e espalhar uma ideia pode ser um começo.
Mais sobre a catástrofe na Região Serrana: confira o gráfico criado pela Zero Hora.
Por que o ensino de Design deve mudar?
dezembro 7th, 2010 § 1 Comentário
Através do RT de Alberto Cairo (@albertocairo) no twitt de José Kusunoki (@jkusunoki), professor de ‘Introducción a los Medios Digitales’ na Universidad Peruana de Ciencias Aplicadas, cheguei ao interessantíssimo texto de Don Norman, autor do livro “Emotional Design”, entre outros. Trata-se de: por que o ensino de Design deve mudar? O autor discorre sobre uma série de assuntos que o designer se preocupa, quando não deveria se preocupar tanto, como a perfeição em representações de desenhos e renderings (tratando o design como artes aplicadas); e de tantos outros problemas existentes que este deveria focar porém ignora como, por exemplo, a cognição e a emoção humanas.
O que me chamou muito a atenção não foi nem a crítica por parte do autor aos cursos alocados em centros de artes e arquitetura nas universidades, mas a preocupação que estudantes de design deveriam ter em aprender a descobrir e como descobrir as necessidades dos seres humanos (que vão além de usar suas próprias experiências de vida). Ele ainda faz uma crítica generalizada às conferências de design afirmando que as bancas examinadoras costumam ser falhas fazendo com que os eventos não tenham qualidade, apesar dos esforços dos pesquisadores.
Estando em estágio ainda inicial do curso de design não sei se o texto é desanimador, ao vislumbrar as fases que ainda estão por vir e pouco tem a ver com as disciplinas citadas; ou animador, já que tenho bons anos pela frente para colocar este assunto em pauta dentro da academia. Acho válido que uma reflexão geral sobre isso seja feita, afinal porque estudamos design? Para quem projetamos?
Quem tiver interesse em ler mais sobre o assunto deveria começar pelo texto que me inspirou fazer este post: ‘Why design education must change‘ de Don Norman.


